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Plínio quer saber de onde partiu ordem de queimar flutuantes no Rio Madeira (AM)

Em pronunciamento nesta quarta-feira (1º), o senador Plínio Valério (PSDB-AM) cobrou das autoridades informações sobre a origem da ordem para queim...

01/12/2021 às 21h25
Por: Pedro Son Fonte: Agência Senado
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Agência Senado
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Em pronunciamento nesta quarta-feira (1º), o senador Plínio Valério (PSDB-AM) cobrou das autoridades informações sobre a origem da ordem para queimar embarcações e atirar em garimpeiros no Rio Madeira (AM) na semana passada.

Depois de a bancada do Amazonas se reunir com prefeitos de cinco municípios, o senador teve notícia de que os incêndios não destruíram balsas, mas flutuantes que são aproveitados de base para a atividade de garimpagem, mas também serviam de moradia para pequenos agricultores e desempregados.

Segundo o senador, por conta do ocorrido essas pessoas perambulam hoje pelos municípios sem ter onde viver.

— Enquanto não se der uma alternativa para o homem da Amazônia, enquanto não se disser o que ele pode fazer para sobreviver, haverá sempre esse tipo de coisa, haverá sempre esse tipo de trabalho marginal, praticado por pessoas do bem. Quando pessoas do bem são levadas a fazer uma prática ilegal, é porque falta o braço da nação, o braço do governo chegar a essa gente — disse.

Plínio Valério acredita que o governo brasileiro, em termos de mineração, vem sendo levado a cumprir leis "paridas" na Europa por "forças estranhas".

Ouvidoria

Ouvidor do Senado, Plínio Valério aproveitou o pronunciamento para fazer um balanço das atividades da Ouvidoria. Segundo ele, o órgão recebeu 37.483 manifestações de pessoas de todo o Brasil em 2021.

— Hoje tramita aqui no Senado a sugestão de uma pessoa que não tem internet, mas que ligou pelo telefone, sugerindo um projeto, que é o projeto que prevê o fim da cobrança do INSS dos aposentados (SUG 17/2021). Portanto, você brasileiro, você brasileira, têm na Ouvidoria do Senado um canal para se comunicar com os senadores, para se comunicar com o país, porque nós vamos fazer ecoar o seu grito, o seu gesto de protesto, de sugestão e até de elogio — destacou.

Plínio Valério informou que as mensagens para a Ouvidoria podem ser repassadas pelo telefone 0800-061 22 11.

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