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NATUREZA

Flor do Moleque-duro, planta da caatinga que anuncia chuva

genuinamente barsieira traz esperança para agricultores (as)

11/08/2020 10h45Atualizado há 1 mês
Por: Pedro Son
Fonte: Exclusivas com informações INSA
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Foto de Pedro Son 07 08 2020
Foto de Pedro Son 07 08 2020

Por: Pedro Son

Uma das dádivas do convívio na roça é estarmos em sintonia total com a natureza, sua fauna e flora. De quarentena aqui em minha roça vou descobrindo a beleza das cores e flores.

Caminhando nesta manhã fria e chuvosa de agosto, deparei-me com esta linda flor branca, parecendo sorrir, balançando-se frenética ao vento.

Foi só pegar o companheiro celular, registrar o bom dia e buscar informações e descobri tratar-se de uma planta genuinamente brasileira, endêmica da caatinga, mais conhecida como “moleque-duro”.

Conhecida na cultura popular como a flor da primeira chuva do sertão. Floresce para trazer boas novas e esperança aos agricultores e agricultoras do semiárido.

O Moleque-duro (Varronia leucocephala) é um arbusto esparramado de folhas ásperas e finamente serreadas. Seus ramos são lenhosos e rígidos, daí o nome popular. As flores de um branco imaculado se mostram elegantemente agrupadas, formando cachos no final dos ramos que lembram um buquê de noiva, cuja beleza singular revela o potencial ornamental da espécie. Na medicina caseira usam a casca e as flores para reumatismo, indigestão, hemorragias, garganta inflamada e artrites. A floração ocorre na estação chuvosa.

Fonte: Insa.

 

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