Alcoólicos Anônimos: 63 anos de Brasil

Numa reunião hoje, 22.09, na Câmara Municipal, os Alcoólicos Anônimos comemoraram os 63 anos de atividade no Brasil, com a presença de membros, familiares, convidados e sociedade, com vários testemunhos.

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 A mesa foi composta sob a presidência de Beto, com a participação de Juraci, do Grupo de Paulo Afonso, também Delegado do Distrito, e várias personalidades da sociedade como Antonio Chaves, Presidente da Câmara, Pedro Son, Secretário de Educação, Dr. Moura, Procurador Jurídico Municipal, Antonio Gama, Igreja Assembléia de Deus, Dr. Marcos, do CAPS, Liliane, Assistente Social, Meire, Secretária do Grupo de Cícero Dantas (BA) e professora Helenita Carvalho, com cada um destacando palavras de incentivos.

 Alcoólicos Anônimos

 ALCOÓLICOS ANÔNIMOS é uma irmandade de homens e mulheres que compartilham suas experiências, forças e esperanças, a fim de resolver seu problema comum e ajudar outros a se recuperarem do alcoolismo.

 O único requisito para tornar-se membro é o desejo de parar de beber.
Para ser membro de A.A. não há taxas ou mensalidades; somos auto-suficientes, graças às nossas próprias contribuições.

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A.A. não está ligada a nenhuma seita ou religião, nenhum movimento político, nenhuma organização ou instituição; não deseja entrar em qualquer controvérsia; não apóia nem combate quaisquer causas.

Nosso propósito primordial é mantermo-nos sóbrios e ajudar outros alcoólicos a alcançar a sobriedade.

Alcoólicos Anônimos ou simplesmente "AA", surgiu inicialmente nos Estados Unidos, em 1935, quando um corretor da Bolsa de Valores de Nova Iorque e um cirurgião da cidade de Ohio, ambos com grave problema de alcoolismo, decidiram criar um grupo de entreajuda para apoiar pessoas que como eles, passavam pelo mesmo dilema e buscarem juntos uma forma de se manter sóbrios. Posteriormente os "AA" se espelharam por todo o mundo, chegando ao Brasil entre 1946 e 1947.

 Maiores informações:

http://www.alcoolicosanonimos.org.br/modules.php?name=Conteudo&pid=5

 

Casamento de Juari e Auriza

Aconteceu, sexta feira passada, 17.09.2010, na Igreja Matriz de Jeremoabo, o casamento de JUARI e AURIZA, prestigiado por muita gente daqui do município e de Sitio do Quinto, cidade origem da noiva. Celebrado pelo Padre Rosivaldo, pároco de Sitio do Quinto, que destacou, nos seus aconselhamentos a importância de Cristo na vida do casal e a observância dos preceitos cristãos para que se tenha uma vida plena de felicidade.

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JUARI, comerciante de produtos de informática, presta serviços também como assistente técnico na UNEB, é filho de Julio César Souza e Maria Valda Alves de Carvalho.
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os pais: à esquerda, pais da noiva, à direita, pais do noivo

Após a cerimônia os noivos receberam padrinhos e convidados no Spaço e Cia, ao som dos Irmãos Meirelles foram servidos salgados e bebidas.

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acima, fotos 1 e 2, padrinhos e madrinhas, fotos 3 e  4, fotos da Igreja Matriz

 

Guardas municipais formam associação

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Mais uma associação de guardas municipais foi criada na Bahia, desta vez foi a da GM de Jeremoabo que no dia 19 de junho de 2010 reuniu a corporação e ficou lavrada a ata de criação e formada a diretoria, e teve como presidente o GM Alex Oliveira, que contou com a participação da Guarda Municipal de Jacobina representada pelo CMT Marcos Adriano o SUBCMT Santos Lima e o 2º Secretário da UGMJ O GM 1ªCL Dias, foi registrada também a presença do CMT Reis e o SUBCMT Severino ambos da cidade de Várzea Nova.

Fonte: http://gcmnascimento.blogspot.com/2010/09/guardas-de-jeremoabo-ba-criam-sua.html

Missa do vaqueiro na Lagoa do Mato


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o vaqueiro e sua rainha puxam o desfile 

A comunidade de Lagoa do Mato organizou no ultimo dia 11.09, sábado passado, seu 5º. Encontro de Vaqueiros, numa festa bonita de fé e festa, organizada por Tião e família, sendo iniciada com um desfile de vaqueiros da comunidade Lagoa Escondida para Lagoa do mato. A celebração presidida por Dr. Moura, que já foi padre do município, intermediada pelos belos aboios e cantos dos Irmãos Grigório, destacou a figura do vaqueiro, antes de tudo, um forte, e no evangelho das ovelhas perdidas lembrava a busca do cavaleiro e seu cavalo atrás do boi no mato perdido. Muitos jeremoabenses prestigiaram e algumas autoridades como o Prefeito Municipal, João Batista, Secretário de Educação, Pedro Son, Presidente da Câmara, Antonio Chaves, Vereador Bino.

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organizador, Prefeito, Celebrante e vereador Bino

Muito popular em nossa região, fui pesquisar a origem da tradição, encontrando um texto interessante que reproduzo:

Missa do Vaqueiro

Regina Coeli Vieira Machado

Servidora da Fundação Joaquim Nabuco

 

A Missa do Vaqueiro é um evento religioso, tradicional na cultura popular do sertão pernambucano.

Esta celebração teve origem a partir do desaparecimento do vaqueiro Raimundo Jacó, um vaqueiro de muita coragem do Sertão nordestino, que foi assassinado traiçoeiramente nas caatingas do Sítio das Lages, distrito do município de Serrita, localizado no alto sertão do Araripe, localizado a 553 quilômetros do Recife.

A primeira missa em sua memória foi idealizada pelo Rei do Baião, Luiz Gonzaga cantor e compositor pernambucano, e rezada pelo padre João Câncio dos Santos em 1971. Celebrada sempre no terceiro domingo do mês de julho, ao ar livre, num local onde foi construído um altar de pedra rústica em forma de ferradura. É neste dia que se reúnem vaqueiros de vários estados do Norte e Nordeste e se confraternizam diante da fé cristã.

A ideologia cristã da missa é um ato de fé do homem sertanejo, que apesar de ser um povo sofrido, não perde jamais a esperança de dias melhores.

Eles sobem até o altar e fazem suas oferendas com peças de sua indumentária de couro, arreios, e instrumentos usados no pastoreio do gado. Durante o ofertório eles improvisam versos de aboio sobre cada peça ofertada.

Os vaqueiros são homens sertanejos, boiadeiros de perdidas caatingas. Chegam montados nos seus cavalos, vestidos de gibão, botas, coletes e chapéu de couro enfeitado, trazendo no semblante a bravura do homem sertanejo.

Esta é uma homenagem feita não apenas ao grande vaqueiro Raimundo Jacó, mas a todos vaqueiros nordestinos corajosos que desafiam a imensidão, a seca, a fome e o perigo do grande Sertão nordestino.

Na semana que antecede a celebração da missa, o município de Serrita vive um clima de festa folclórica, com vaquejada, banda de pífanos, zabumbeiros, sanfoneiros tocando forró pé-de-serra, baião, xote, xaxado, ciranda, coco, cantorias, repentistas, aboiadores, além da feirinha típica, onde são expostos objetos artesanais e decorativos, comidas tradicionais à base de milho e mandioca, rapadura, caldo de cana, beijus, entre outras.

O objetivo principal da Missa do Vaqueiro é mostrar, através da figura do vaqueiro Raimundo Jacó, a bravura, a dedicação e a fé do homem sertanejo, valorizando a cultura popular e o rico artesanato nordestino.

Fonte: http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/

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Irmãos Grigório e Dr. Moura

Jeremoabo nos bancos universitários

TERRA, LAÇO E MOIRÃO

Atento às coisas de nossa terra, tenho efetuado várias pesquisas e já detenho um patrimônio capaz de render um bom livro. Tive acesso nesta semana a uma tese de Dissertação de Mestrado apresentada ao Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas, em 22/08/2008, pela agora Mestra Joana Medrado Nascimento. Estou iniciando uma busca de contatos da autora para que novamente apareça em nossa cidade, já que na elaboração ela visitou Jeremoabo, para um debate com nossos professores e sociedade.

Por enquanto, apresento-lhes detalhes técnicos da obra e resumo, sendo que quem queira acessa na integra, visite http://cutter.unicamp.br/document/?code=vtls000443413 , da biblioteca virtual da Unicamp.

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FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA DO IFCH - UNICAMP

Medrado, Joana

M469t "Terra, laço e moirão": relações de trabalho e cultura política na pecuária (Geremoabo, 1880-1900) / Joana Medrado. - -

Campinas, SP: [s. n.], 2008.

Orientador: Silvia Hunold Lara.

Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.

1. Cultura política. 2. Relações de trabalho. 3. Pecuária – Brasil. 4. Folclore do boi. 5. Brasil – História – Séc. XIX. I. Lara, Silvia Hunold, 1955-. II. Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. III.Título. (cn/ifch)

Joana Medrado Nascimento

Acesso: http://cutter.unicamp.br/document/?code=vtls000443413

Título [PT]: Terra, laço e moirão : relações de trabalho e cultura politica na pecuaria Geremoabo, 1880-1900)

Autor(es): Joana Medrado Nascimento

Palavras-chave [PT]: Cultura politica , Relações trabalhistas , Pecuaria – Brasil, Folclore do boi

Área de concentração: Historia Social

Titulaçao: Mestre em Historia

Resumo:

Nessa dissertação, focalizamos uma região de pecuária do nordeste baiano nas duas últimas décadas do século XIX com o intuito de investigar as estratégias de ação e a cultura política dos vaqueiros em relação aos fazendeiros. Utilizamos fontes que tocavam mais de perto nessa relação: processos crimes sobre furto de animais, cartas enviadas por vaqueiros ao barão de Geremoabo e narrativas em verso e prosa a respeito da coragem dos vaqueiros para domar o gado bravio do patrão. Dessa forma, acessamos as formas sutis de dominação e resistência existentes nesse contexto. Ao contrário do que supunham autores como Euclides da Cunha, que visitou a região de Canudos durante a guerra de 1896, não havia uma ?servidão inconsciente? de vaqueiros em relação aos fazendeiros. Com o absenteísmo dos proprietários, os vaqueiros desenvolveram formas de impor respeito e serem socialmente reconhecidos conquistando um prestígio que os diferenciava dos trabalhadores ?comuns?. Reiterado em muitas ocasiões, este prestígio servia de contraponto à tentativa dos fazendeiros de manter um controle total sobre suas propriedades e sobre seus trabalhadores. Em suma: as negociações por mais autonomia laboral e melhores condições de vida e trabalho nessa região de pecuária passavam pela construção de valores como dignidade, honra, liberdade, orgulho profissional e, até mesmo, de um imaginário sobre habilidades mágicas do vaqueiro

Data da defesa: 22-08-2008

Código: vtls000443413

Informações adicionais:

Idioma: Português

Data de Publicação: 2008

Local de Publicação: Campinas, SP

Orientador: Silvia Hunold Lara

Instituição: Universidade Estadual de Campinas . Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

Nível: Dissertação (mestrado)

UNICAMP: Programa de Pós-Graduação em História

Festa de Nossa Senhora das Brotas

De 09 a 17 de Setembro, acontece, no Bairro de Nossa Senhora de Brotas, o novenário preparatório da festa de Nossa Senhora de Brotas, com o tema “ Maria, mãe dos caminhantes” e será culminada dia 18.09, próximo sábado, com procissão “as 18 horas e missa de encerramento às 19 horas, celebrada pelo Padre Ramos.

Muito mais do que uma festa religiosa é o resgate de nossa história, do início de nosso povoamento e reverência a luta de um povo. Na história de Jeremoabo consta que no primeiro quartel do século XVII, há notícias de que uma religiosa fundou aldeamento em derredor da ermida de Nossa Senhora de Brotas, que se encontrava, às margens do Rio Vermelho, antigo Rio Jeremoabo, atrás do Hospital Regional de Jeremoabo, onde se encontram também as ruínas da mansão dos Sá, sendo fácil visualizar os alicerces da velha capela, local utilizado pelos padres João de Barros e Jacob Roland para promoção da catequese dos índios de Jeremoabo e da região vizinha.

Em 1778, segundo relato do padre Januário de Souza Pereira, em informações à Corte, informa da existência na sede da Freguesia de São João Batista de Jeremoabo do Sertão de Cima, 32 casas e 252 habitantes, entre os quais 05(cinco) brancos e os demais negros e que, evidentemente, a maioria freqüentava a ermida de Nossa Senhora de Brotas.

De onde podemos concluir que apesar do padroeiro oficial ser São João Batista, a maioria de escravos e dominados encontraram na Capela de Nossa Senhora de Brotas seu local de refúgio e devoções, que pode ter sido iniciada por volta de 1688 quando foi expedida a patente do primeiro capitão-mor da aldeia dos Muongorus de Jeremoabo, em favor de Sebastião Dias, que domesticou os índios cuja catequese foi dada início com os missionários franciscanos. Data desta época também a Capela de Nossa Senhora das Brotas em Salvador, evidenciando que foi a santa oficial dos exploradores que chegaram à Bahia com Garcia D'Ávila.

Assim, reativar esta devoção é reverenciar os verdadeiros construtores de nossa terra, é colocar em primeiro plano a luta pela igualdade, pela justiça e fraternidade, numa luta que continua com a busca do reconhecimento de nossas comunidades quilombolas.

QUEM FOI NOSSA SENHORA DAS BROTAS

Nossa Senhora de Brotas é comemorada no dia 8 de Setembro. Não se sabe a data exata do início da comemoração, mas apenas que ela se iniciou com uma lenda, na localidade de Brotas, região do Alentejo, Portugal, vindo para o Brasil com as expedições portuguesas, havendo relatos da existência desde 1361, sendo venerada, pelo menos, no Brasil, Índia e Timor.

Conta a lenda que um agricultor pobre só tinha uma vaquinha, e com o leite desta alimentava sua família. Certo dia, a vaca sumiu e ele apelou a Nossa Senhora para encontrar o animal. Dias depois ele encontrou a vaca machucada numa grota do boqueirão, e a partir daí começou o culto a Nossa Senhora das Grotas, posteriormente Brotas.

Neste local foi construído, em 1424, o Santuário de Nossa Senhora de Brotas, localizado num recinto entre duas elevações e rodeado de casas para romeiros para onde vão muitos tropeiros, sendo esta a razão pela qual em 2004 Nossa Senhora das Brotas, foi conclamada padroeira do Caminho dos Tropeiros, que envolve quatro estados brasileiros: São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

No Sul do Brasil, Nossa Senhora das Brotas tem uma história ligada ao visitador provincial frei Galvão, que no início do século 19, deixou como recordação uma estampa de Nossa Senhora a senhora Ana Rosa Maria da Conceição de Paula, integrante de antiga família de tropeiros, dizendo-lhe: "Venerai sempre esta Santa Efígie, porque ela é muito milagrosa".

A estampa foi colada em cartolina, e emoldurada em madeira. Viúva, ao contrair as segundas núpcias com o tropeiro Joaquim Maciel de Almeida, morador no Rincão do Silva, fez a mudança em carroça quando a estampa foi perdida durante o transporte. Certo dia, após o Natal, Dona Ana Rosa indo pelas cercanias do antigo pouso de tropeiros, próximo à sua casa, no meio da vegetação que brotava após a tradicional queima de campo para recuperação do pasto, encontrou a imagem da Santa entre as cinzas e brotos. O fogo destruíra, além da vegetação, a moldura de madeira do quadro, sem, no entanto, queimar a estampa que era de papel. Perplexos com o ocorrido, os moradores interpretaram o fato como um milagre operado por Nossa Senhora. Este acontecimento foi uma revelação da vontade de Nossa Senhora de estender o culto aos habitantes da região e aos tropeiros.

Protetora do gado, das plantas, dos doentes e necessitados, o culto a Nossa Senhora das Brotas é praticado diariamente por devotos em muitos cantos do país, sendo padroeiro da cidade de Macaúbas, na Bahia, Santo Amaro das Brotas, em Sergipe, Tabuleiro do Norte, em Ceará. Pindaí no Rio Grande do Sul, Entre rios de Minas, em Minas Gerais, Brotas, em São Paulo, etc., todas com início no Século XVII.

Oração a Nossa Senhora das Brotas

Ó Virgem Santíssima, Nossa Senhora das Brotas, eis-nos prostrados aos vossos pés, humildes e confiantes, pedindo as graças de que necessitamos. Queremos dizer-vos que vos amamos de todo o coração, que vos veneramos e vos proclamamos Rainha Soberana do céu e da terra.

Ó Maria, Rainha do Universo, que vos dignastes escolher este humilde lugar para serdes venerada com o título de Nossa Senhora das Brotas, alcançai-nos do céu as graças de que necessitamos.

Movei vosso bendito Filho, que apertai em vossos braços, a abençoar os que vos invocam, a perdoar os inúmeros pecados cometidos contra Ele e contra Vós, Nossa Santa e Carinhosa Mãe.

Ó Senhora Soberana, Sol que faz brilhar aos cegos as verdades da fé, atraí-nos todos a Vós com a esperança firme de sermos atendidos. Vós tudo podeis, alcançai-nos do Divino infante estas valiosas graças que imploramos.

Como somos felizes em possuir entre nós o vosso bendito Santuário, abençoai nossa pequena, mas devota cidade.

Atendei-nos e salvai-nos.

 

P R O G R A MA Ç Ã O:

NOVENÁRIO DE NOSSA SENHORA DAS BROTAS

Diariamente 19 h

De 9 a 18.09.2010

Tema: MARIA MÃE DOS CAMINHANTES!

 Dia 9: abertura com a santa missa celebrada por padre Ramos

 Dia 10: Comunidade de Nossa Senhora da Conceição

Celebração: João Evangelista e Normélia

 Dia 11: Comunidade de São Cristovão

Celebração: Albertina e Marta

Dia 12: Comunidade São José

Celebração: Adilza e Damiana

Dia 13: Comunidade Senhor do Bonfim

Celebração: Antonio Chaves

Dia 14: Comunidade Matriz de São João Batista

Celebração: Valdimeire e Francisco

Dia 15: Comunidade Nossa Senhora da Rosa Mística

Celebração: Marcos, Vaneide e Celiana

Dia 16: Comunidades Canabravinha dos Candis e Santo Antonio

Celebração: Paulo César, Regane e Abílio

Dia 17: Comunidades Baixa da Pedra. Cordão e Alvorada

Celebração: Alex, Edmário e Márcio

Dia 18: Festa de encerramento com procissão às 18 horas saindo da Igreja de Santo Antonio e às 19 h missa celebrada pelo Padre Ramos

Feira Nova inaugura campo de futebol

 

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Dia 10.09, a comunidade de Feira Nova teve inaugurado seu campo de futebol numa grande festa esportiva que contou com um jogo de futebol envolvendo as equipes da Prefeitura e time local resultando num empate de 0x0.

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Equipes da Feira Nova (azul) e Prefeitura (amarelo)

Bom público prestigiou o evento e a comunidade mostrou-se agradecida com o novo espaço, sendo servido, logo após, churrasco para os presentes.

O prefeito Municipal, João Batista Melo de Carvalho destacou a importância da enrega daquele espaço de práticas desportivas para ocupação útil e lazer dos jovens e crianças.

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