AS LIÇOES DE MANOEL DO DOCE

MANOEL DO DOCE

Lá vai ele, subindo e descendo ladeiras, empurrando seu carrinho cheio de doces, balas e pipocas. Aproveitando eventos mais diversos (festas, jogos de futebol, novena) chega a muitos lugares trazendo alegria para a garotada. Esforço físico tremendo para levar aquele carro na força dos braços, mas ele chega.

Falo de Manoel do Doce, nascido Manoel Pereira de Carvalho, 68 anos, jeremoabense orgulhoso, não conhece outros lugares. Há 30 anos que carrega seu veículo pelas estradas do município. Solitário. Apenas o seu pensar o acompanha. Quando começou as condições eram outras ainda mais adversas: estradas ruins, falta de grana para o supérfluo, etc. Mas como um sertanejo forte ele nunca desiste.

Entabulo uma conversa, pesquisando, bisbilhotando, papo prá lá, papo prá cá, e quando pergunto: "vale a pena?", ele abre um sorriso matreiro e feliz e sem pestanejar: "sim, vale a pena, faria tudo de novo". Ganha muito? Ele não abre a caixa preta. Dá um sorriso e diz: "pouco, mas dá" e se nega a falar em valores.

Anda a cerca de 12 km por hora, uma façanha para alguém de idade tão avançada e muito além dos que determinam estudiosos de plantão. O lugar mais longe que já foi empurrando seu carrinho foi no "bode assado" antigo, 33 km de Jeremoabo, na BR 110, já no município de Santa Brígida.

AS LIÇÕES DE MANOEL DO DOCE

Manoel tem muito a nos ensinar apesar de não ter nenhum estudo. Muitas dessas para nós professores e educadores.

1. ENTUSIAMO: Independente do que ganha, das condições em que vive, Manoel do Doce tem um entusiasmo envolvente em sua aparente felicidade. Precisamos de profissionais motivados, que faça com amor, que tenham esta força que alimenta nosso personagem. Claro que a motivação vem de fatores externos e internos. Os fatores externos temos que lutar para conseguir, mas os fatores internos dependem exclusivamente de nós. É a vontade. É o querer.

2. RESPONSABILIDADE: Chova ou faça sol, Manoel está lá. Tem enfrentado dificuldades das mais diversas. Mas precisa levar seu carrinho. Precisa ganhar com orgulho o seu. Quantos profissionais arranjam situações para não cumprirem seu trabalho? Quantos inventam doenças? Quantos não aparecem com tantas crianças esperando?

3. FORÇA: vencendo as dificuldades, Manoel do Doce luta há trinta anos. Não tem sequer uma aposentadoria prometida pelo que faz. É preciso que tenhamos a força para não se deixar vencer pela pedra no caminho. "No meio do caminho tinha uma pedra". Sabemos disso. Mas temos que ter a força de "pular" esta pedra, ou passar pelo lado dela. Seguindo firme na busca de nossa finalidade.

4. RITMO: nem é preciso ter a velocidade imposta por ele. Mas devemos exigir de nós um ritmo sempre maior. "A vida não espera os dorminhocos", trecho de um poema que fiz. Temos que acompanhar os avanços, as tecnologias, os métodos e as novas formas de educar. Isso exige um ritmo constante e crescente.

5. ENVOLVIMENTO: Manoel do Doce é um homem só. Mas precisa de quem o compre. Precisa de comunidades que o acolha. Ele sozinho não consegue satisfazer sua meta. A educação não se ganha solitariamente. É preciso que saibamos envolver a todos: alunos, profissionais, sociedade, etc. O jogo é de equipe. É preciso que sejamos membro atuante e participante de nossa equipe, participando das reuniões escolares, auxiliando direção na condução da escola, buscando práticas interessantes de outros profissionais, etc.

São pequenas lições, mas que bom que fossem assimiladas. Pensar que aquele carrinho empurrado é a nossa educação. Não pobre e pequeno como aquele carro. Mas aquele carro sem as mãos de Manoel ou outras mãos não sai do lugar. A educação é assim. Precisa de instrumentos e mãos para sair do lugar. Aí penso na enorme responsabilidade nossa que devemos ter motivação, responsabilidade, força, ritmo e envolvimento para conseguirmos a qualidade que queremos.

O carrinho vazio não vale nada para Manoel do Doce. O carrinho da educação deve ser recheado também de boas práticas pedagógicas, diretrizes curriculares, boa gestão, infra-estrutura decente, formação de professores, etc.

NATAL ENGRENADO 2010

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O empresário Binha, do Clube Cajueiro, continua proporcionando bons momentos musicais à população jeremoabense. Vem aí o NATAL ENGRENADO, festa que já pegou no gosto da galera, que será realizado dias 25 e 26.12 e traz como atrações as bandas Desejo de Menina, Flavinho e os Barões, Strellada e Entre Amigos.

ALUNA JEREMOABENSE PREMIADA NA OLIMPIADA MATEMÁTICA

Visando estimular os alunos das escolas públicas no estado da Bahia, a Universidade Federal da Bahia – UFBA, juntamente com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia - SECTI e com a Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB promoveu, no último dia 10 de novembro, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade Federal da Bahia, solenidade de premiação onde foram homenageados alunos da Bahia que mais se destacaram na OBMEP 2009.

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A aluna Flávia Silva de Almeida, que era aluna do Colégio José Araujo de Souza, da Água Branca, foi uma das contempladas com medalha de bronze, sendo uma das cinco com maior pontuação no Nível 2 (do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental) da região 06 que abrange regionais de Paulo Afonso e Senhor do Bonfim, tendo obtido também menção honrosa nacional na mesma Olimpíada.
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Da esquerda para direita: Angela, Flávia e Rejane

Convidados pela Comissão Estadual estiveram acompanhando a medalhista, o Secretário Municipal de Educação, Pedro Son, a Diretora do Colégio, Rejane e a Diretora Administrada da Secretaria, Ângela.

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Vale o destaque de que mais dois alunos da Rede Municipal de Ensino receberam menção honrosa: JUSSARA SANTANA LISBOA, da Escola DR HAILTON JOSE DE BRITO (Riacho São José) e ROMACIO BARBOSA GOIS LIMA, da Escola MANOEL CARVALHO SANTANA.

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O QUE É A OLIMPÍADA

A OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS (OBMEP) é um projeto que vem criando um ambiente estimulante para o estudo da Matemática entre alunos e professores de todo o país.

Voltada para a escola pública, seus estudantes e professores, a OBMEP tem o compromisso de afirmar a excelência como valor maior no ensino público. Suas atividades vêm mostrando a importância da Matemática para o futuro dos jovens e para o desenvolvimento do Brasil.

Podem participar todos os alunos inscritos em escolas públicas brasileiras (municipais, estaduais e federais) divididos em três níveis: Nível 1 – estudantes de 5ª e 6ª séries (6º e 7º anos) do Ensino Fundamental; Nível 2 – estudantes de 7ª e 8ª séries (8º e 9º anos) do Ensino Fundamental
e Nível 3 – estudantes do Ensino Médio

1ª Fase: Aplicação da prova objetiva, de 20 questões, em cada escola inscrita. A correção é feita pelos professores das próprias escolas, a partir das instruções e gabaritos elaborados pela OBMEP.

2ª Fase: Aplicação da prova discursiva (com 6 a 8 questões) em centros de aplicação indicados pela OBMEP. Participam dessa Fase apenas 5% dos alunos, em cada Nível, com melhor pontuação na 1ª Fase.

TABELA DA I COPA RURAL

 

A Comissão Organizadora da I Copa Rural definiu a tabela do campeonato que ainda vai ser aprovada pelos clubes em assembléia no próximo dia 19.11.2010

 

I COPA RURAL

T A B E L A

ZONAL 1 (8 equipes)

EQUIPE

CLASSIFICAÇÃO POR HABITANTES

ALTO DA TAPERA

 

BARROCA

 

SITIO TAPERINHA

 

MAXIXE (FORÇA JOVEM)

 

OLHO DÁGUA

 

CANABRAVINHA QUIXABEIRA

 

LAGOA DO RASO

 

ESTALEIRO DE CIMA

 

 

1ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

28.11.2010

1

SITIO TAPERINHA

 

 

CANABRAVINHA

28.11.2010

2

BARROCA

 

 

LAGOA DO RASO

28.11.2010

3

ESTALEIRO DE CIMA

 

 

FORÇA JOVEM (MAXIXE)

28.11.2010

4

OLHO DAGUA

 

 

ALTO TAPERA

2ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

05.12.2010

1

CANABRAVINHA

 

 

SITIO TAPERINHA

05.12.2010

2

LAGOA DO RASO

 

 

BARROCA

05.12.2010

3

FORÇA JOVEM (MAXIXE)

 

 

ESTALEIRO DE CIMA

05.12.2010

4

ALTO TAPERA

 

 

OLHO DAGUA

3ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

12.12.2010

5

Vencedor Grupo 1

 

 

Vencedor Grupo 2

12.12.2010

6

Vencedor Grupo 3

 

 

Vencedor Grupo 4

4ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

19.12.2010

5

Vencedor Grupo 2

 

 

Vencedor Grupo 1

19.12.2010

6

Vencedor Grupo 4

 

 

Vencedor Grupo 3

5ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

26.12.2010

7

Vencedor Grupo 5

 

 

Vencedor Grupo 6

6ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

02.01.2011

7

Vencedor Grupo 6

 

 

Vencedor Grupo 5

 

Coordenadores: ZELITO e PEDRO SON

 

I COPA RURAL

T A B E L A

ZONAL 2 (8 equipes)

EQUIPE

CLASSIFICAÇÃO POR HABITANTES

PAU DÁGUA

 

BAIXA DA MATA

 

MURITI

 

TANQUE DE CIMA

 

MALHADA VERMELHA

 

BOLAS

 

ITAPICURU

 

ARATICUM

 

 

1ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

28.11.2010

1

BOLAS

 

 

MALHADA VERMELHA

28.11.2010

2

ARATICUM

 

 

BAIXA DA MATA

28.11.2010

3

TANQUE DE CIMA

 

 

ITAPICURU

28.11.2010

4

PAU DÁGUA

 

 

MURITI

2ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

05.12.2010

1

MALHADA VERMELHA

 

 

BOLAS

05.12.2010

2

BAIXA DA MATA

 

 

ARATICUM

05.12.2010

3

ITAPICURU

 

 

TANQUE DE CIMA

05.12.2010

4

MURITI

 

 

PAU DÁGUA

3ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

12.12.2010

5

Vencedor Grupo 1

 

 

Vencedor Grupo 2

12.12.2010

6

Vencedor Grupo 3

 

 

Vencedor Grupo 4

4ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

19.12.2010

5

Vencedor Grupo 2

 

 

Vencedor Grupo 1

19.12.2010

6

Vencedor Grupo 4

 

 

Vencedor Grupo 3

5ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

26.12.2010

7

Vencedor Grupo 5

 

 

Vencedor Grupo 6

6ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

02.01.2011

7

Vencedor Grupo 6

 

 

Vencedor Grupo 5

 

Coordenadores: GORDINHO, CÉSAR E GENILSON

 

I COPA RURAL

T A B E L A

ZONAL 3 (4 equipes)

EQUIPE

CLASSIFICAÇÃO POR HABITANTES

COELHO

 

ROMPE GIBÃO

 

MONTE ALEGRE

 

KM 22

 

 

 

1ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

28.11.2010

1

COELHO

 

 

ROMPE GIBÃO

28.11.2010

2

KM 22

 

 

MONTE ALEGRE

2ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

05.12.2010

1

ROMPE GIBÃO

 

 

COELHO

05.12.2010

2

MONTE ALEGRE

 

 

KM 22

3ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

12.12.2010

3

Vencedor Grupo 1

 

 

Vencedor Grupo 2

4ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

19.12.2010

3

Vencedor Grupo 2

 

 

Vencedor Grupo 1

 

Coordenadores: TISTINHA

 

 

 

 

                                            

 

 

 

 

 

I COPA RURAL

T A B E L A

ZONAL 4 (8 equipes)

EQUIPE

CLASSIFICAÇÃO POR HABITANTES

BAIXA DA PEDRA

 

BOA SORTE

 

LAGOA GRANDE

 

FEIRA NOVA

 

RIACHO SÃO JOSÉ

 

CORINTHIANS BAIXA DA PEDRA

 

PEREIROS

 

CARITÁ

 

 

1ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

28.11.2010

1

BOA SORTE

 

 

RIACHO SÃO JOSÉ

28.11.2010

2

LAGOA GRANDE

 

 

CARITÁ

28.11.2010

3

BAIXA DA PEDRA

 

 

CORINTHIANS

28.11.2010

4

PEREIROS

 

 

FEIRA NOVA

2ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

05.12.2010

1

RIACHO SÃO JOSÉ

 

 

BOA SORTE

05.12.2010

2

CARITÁ

 

 

LAGOA GRANDE

05.12.2010

3

CORINTHIANS

 

 

BAIXA DA PEDRA

05.12.2010

4

FEIRA NOVA

 

 

PEREIROS

3ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

12.12.2010

5

Vencedor Grupo 1

 

 

Vencedor Grupo 2

12.12.2010

6

Vencedor Grupo 3

 

 

Vencedor Grupo 4

4ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

19.12.2010

5

Vencedor Grupo 2

 

 

Vencedor Grupo 1

19.12.2010

6

Vencedor Grupo 4

 

 

Vencedor Grupo 3

5ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

26.12.2010

7

Vencedor Grupo 5

 

 

Vencedor Grupo 6

6ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

02.01.2011

7

Vencedor Grupo 6

 

 

Vencedor Grupo 5

 

Coordenadores: GILMAR E MARCONDES

 

 

I COPA RURAL

T A B E L A

ZONAL 5 (6 equipes)

EQUIPE

CLASSIFICAÇÃO POR HABITANTES

TRANQUEIRA

 

CASINHAS

 

SERRA DO NOEL

 

CIRICA

 

VIRAÇÃO

 

LAGOA DO INÁCIO

 

 

1ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

28.11.2010

1

SERRA DO NOEL

 

 

LAGOA DO INÁCIO

28.11.2010

2

TRANQUEIRA

 

 

CASINHAS

28.11.2010

3

VIRAÇÃO

 

 

CIRICA

2ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

05.12.2010

1

LAGOA DO INÁCIO

 

 

SERRA DO NOEL

05.12.2010

2

CASINHAS

 

 

TRANQUEIRA

05.12.2010

3

CIRICA

 

 

VIRAÇÃO

3ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

12.12.2010

4

Vencedor Grupo 1

 

 

Vencedor Grupo 2

4ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

19.12.2010

5

Vencedor Grupo 2

 

 

Vencedor Grupo 3

5ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

26.12.2010

6

Vencedor Grupo 1

 

 

Vencedor Grupo 3

 

Coordenadores: BETO E CACÁ

 

 

 

 

 

 

 

I COPA RURAL

T A B E L A

ZONAL 6 (7 equipes)

EQUIPE

CLASSIFICAÇÃO POR HABITANTES

BRANCOS

 

ÁGUA BRANCA (VER NOME)

 

BREJO GRANDE (VER NOME)

 

CARNAÍBA

 

INCOZEIRA

 

CANCHÉ

 

LAGOA DO MATO DO SERTÃO

 

 

1ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

28.11.2010

1

INCOZEIRA

 

 

ÁGUA BRANCA

28.11.2010

2

CARNAÍBA

 

 

BRANCOS

28.11.2010

3

LAGOA DO MATO

 

 

BREJO GRANDE

2ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

05.12.2010

1

ÁGUA BRANCA

 

 

INCOZEIRA

05.12.2010

2

BRANCOS

 

 

CARNAÍBA

05.12.2010

3

BREJO GRANDE

 

 

LAGOA DO MATO

3ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

12.12.2010

4

Vencedor Grupo 1

 

 

Vencedor Grupo 2

12.12.2010

5

Vencedor Grupo 3

 

 

CANCHÉ

4ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

19.12.2010

4

Vencedor Grupo 2

 

 

Vencedor Grupo 1

19.12.2010

5

CANCHÉ

 

 

Vencedor Grupo 3

5ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

26.12.2010

6

Vencedor Grupo 4

 

 

Vencedor Grupo 5

6ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

02.01.2011

6

Vencedor Grupo 5

 

 

Vencedor Grupo 4

 

Coordenadores: NELSON E MARCELO

 

 

 

 

I COPA RURAL

T A B E L A

 

SEMI-FINAL

 

ZONAL 5 (6 equipes)

EQUIPE

CLASSIFICADOS

ZONAL 1

 

ZONAL 2

 

ZONAL 3

 

ZONAL 4

 

ZONAL 5

 

ZONAL 6

 

 

1ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

09.01.2011

1

VENCEDOR ZONAL 1

 

 

VENCEDOR ZONAL 2

09.01.2011

2

VENCEDOR ZONAL 3

 

 

VENCEDOR ZONAL 4

09.01.2011

3

VENCEDOR ZONAL 5

 

 

VENCEDOR ZONAL 6

2ª. RODADA

DATA

GRUPO

Equipe 1

Placar

placar

Equipe 2

JEREMOABO DÁ GRANDE VITÓRIA A DILMA

 

As eleições 2010 em Jeremoabo, no Segundo Turno, não apresentou modificações profundas com relação ao primeiro turno, ao contrário do que previam alguns simpatizantes de Serra de plantão. Não se pode analisar também a transferência dos votos de Marina Silva visto que os dois candidatos cresceram 903 votos do primeiro para o segundo turno e Marina obteve apenas 559 votos, considerando-se ainda que os votos nulos dados no primeiro turno reduziram-se consideravelmente. Em suma, em termos percentuais, Jeremoabo se transforma numa das cidades onde Dilma teve vitória avassaladora.  

 

 

ELEIÇÕES 2010 PRESIDENTE

JEREMOABO

 

COMPARATIVO ENTRE PRIMEIRO E SEGUNDO TURNO

 

 

1º. TURNO

2º. TURNO

DIFERENÇA

VOTOS VÁLIDOS

16.602

16.907

+ 305

NULOS

1.626

835

- 791

ABSTENÇÕES

4.753

5.410

+ 657

BRANCOS

320

149

-171

TOTAL ELEITORES

23.301

23.301

 

DILMA

13.866

14.141

+275

SERRA

2.138

2.766

+ 628

MARINA

559

 

 

 

Votações percentuais de Dilma:

1º. Turno = 83,52%

2º. Turno = 83,64%

IPÊ, A FLOR NACIONAL

 

Outubro_2010_065_-_Cpia

ipê roxo ou pau d' arco região do Brejo Grande

Andando pelo sertão jeremoabense, pelos caminhos que levam a Canudos, percebem-se, nesta época, árvores floridas de beleza sem igual. Sem folhas, perdidas numa mutação para abrirem-se as flores de tons fortes, vivos e bonitos. Tons amarelos ou roxos dão às paisagens um colorido diferente. São os ipês mais conhecidos como caraibeiros e pau d'arco. Embevecido por tamanha imponência registro em fotografias os nossos ipês. Os ipês do sertão de Jeremoabo, capazes de transformar toda aquela paisagem. .

Outubro_2010_068_-_Cpia

até entre outras plantas o ipê é destaque

Existe, praticamente, em todos os lugares do Brasil e, segundo pesquisa nos sites da internet, é muito utilizada como espécie ornamental, fornece madeira pesada, lisa, utilizada para construção civil, ripas, cepas para tamancos, curvas de selas, carpintaria, caixotaria e pasta para papel. Por ter a madeira flexível é usada para cabos de ferramentas, e peças curvadas e outros artigos que necessite desta característica. Sua casca é medicinal, e é empregada como remédio no combate a úlcera e como diurética, a raiz contra a gripe, e os brotos como depurativos e anti – sépticos. Também fornece um corante amarelo utilizado na tintura.

Outubro_2010_070_-_Cpia

o ipê roxo e a capelinha, a beleza e o contraste

Retransmito, reportagem da revista época, sobre o ipê, que achei de importância única:

A flor nacional

O ipê, a mais bela e conhecida árvore brasileira, inspira poetas, escritores, namorados e até políticos

Como uma chuva de ouro
no ar, parada
Na fronde dos ipês, no
fervedouro
Desse amarelo e
mágico tesouro,
Vejo a Pátria pairar,
simbolizada:

É aqui tão fácil
encontrarmos ouro,
Que o acharemos nas árvores da estrada,
E a quem quiser essa riqueza é dada,
E o que é nosso e de todos logradouro.

Martins Fontes,

É a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada e, sem dúvida nenhuma, a mais bela. É na verdade um complexo de nove ou dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas ou roxas. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dela.

O florescimento exuberante é seu traço mais marcante e o que a torna tão espetacular. Qualquer leigo tem curiosidade sobre seu nome ao contemplar a beleza de seu florescimento. Só não chamou a atenção de Cabral porque não devia estar em floração no Descobrimento. Uma infelicidade, porque isso acontece a partir de abril.

Ao longo destes 500 anos, o ipê foi amplamente cultivado por sua beleza, mas seriam a utilidade e a durabilidade de sua madeira que o tornariam tão conhecido. Seu uso na estrutura do telhado das igrejas dos séculos XVII e XVIII foi o responsável direto por tais monumentos ainda existirem, uma vez que nem as telhas nem a alvenaria resistiram ao tempo.

A exuberância de seu florescimento encantou namorados, escritores e poetas. Nenhuma outra árvore foi tão cantada em verso e prosa. São dezenas de poesias, contos e sonetos. Inspirou até políticos, que, por meio de um projeto aprovado pelo Poder Executivo em 1961, elegeram o ipê-amarelo, conhecido cientificamente por Tabebuia vellosoi, como a Flor Nacional.

Pertencentes à família das bignoniáceas, os ipês são incluídos no gênero tabebuia, palavra de origem tupi-guarani que significa pau ou madeira que flutua, com a qual os índios denominavam a caxeta, árvore que nasce na zona litorânea do Brasil. Apesar da etimologia do nome do gênero a que pertencem, os ipês, ou paus-d'arco, possuem madeira muito pesada (densidade entre 0,90 e 1,15 grama por centímetro cúbico), com cheiro característico devido à presença da substância lapachol, ou ipeína. Têm nomes populares variáveis para cada região e para algumas espécies: "ipê" é o nome empregado nas regiões Sul e Sudeste e "pau-d'arco" na Leste, na Norte e na Nordeste. No Pantanal Mato-Grossense é conhecido por "peúva" e em algumas regiões de Minas Gerais e Goiás por "ipeúna". Uma das espécies do cerrado, da caatinga e do Pantanal Mato-Grossense, a Tabebuia áurea é popularmente chamada de "caraibeira" no Nordeste e de "paratudo" no Pantanal.

Mesmo com a perseguição voraz dos madeireiros, o ipê tem sobrevivido à extinção graças a seu cultivo intenso para fins ornamentais. Mas jamais foi plantado visando à exploração de sua madeira. Apenas uma vez, na década de 60, uma das espécies de ipê-roxo foi seriamente ameaçada pelo comentário irresponsável de um cientista, que afirmou que o chá de sua casca curava o câncer. A existência do ipê em habitat natural nos dias atuais, contudo, é rara entre a maioria das espécies, mas felizmente sua sobrevivência está garantida porque a cada dia é mais cultivado.

Planta decídua (que se desprende precocemente), sua floração ocorre antes do surgimento da nova folhagem, sem data precisa - normalmente entre abril e setembro. Nesse período, dota-se de beleza inigualável e fugaz, traduzida pelos versos de Sílvio Ricciardi:

Ontem floriste como por encanto,
sintetizando toda a primavera;
mas tuas flores, frágeis entretanto,
tiveram o esplendor de uma quimera.
Como num sonho, ou num conto de fada,
se transformando em nívea cascata,
tuas florzinhas, em sutil balada,
caíam como se chovesse prata...

Os ipês-roxos, ou róseos na concepção de alguns, foram os mais utilizados para a extração de madeira. Uma das espécies, a Tabebuia avellanedae, nativa da Bacia do Paraná, pode ultrapassar 40 metros de altura, com diâmetro de tronco de mais de 1,2 metro. Existem três espécies de ipê-roxo, cuja floração tem aspecto característico para cada uma, tanto na forma quanto na intensidade da cor.

Os ipês de flores amarelas são os mais apreciados e plantados, quer pela beleza de sua floração, quer pelo menor porte, o que os torna mais adequados para cultivo em pequenos espaços. Existem pelo menos cinco espécies com formas arquiteturais muito diferentes entre si e cuja floração também diverge quanto à época de ocorrência e intensidade.

Por Harri Lorenzi, engenheiro agrônomo, diretor do Instituto Plantarum, recupera em viveiros de plantas a paisagem dos dias do Descobrimento

fonte: http://epoca.globo.com/especiais/rev500anos/planta.htm

1a. JORNADA MISSIONÁRIA DA IGREJA N SRA CONCEIÇÃO

A paróquia São João Batista vem realizando uma série de jornadas missionárias, idealizadas pelo pároco José Ramos Neves, que vem empreendendo um dinamismo crescente na Igreja local.

Dias 25, 26 e 27de outubro foi a vez da Igreja Nossa Senhora da Conceição realizar a sua 1ª. Jornada Missionária, que teve como tema "Ide e anunciai o evangelho".

A programação contou com o seguinte:

Dia 25

Manhã: visita às famílias da comunidade

14:30 hs: Exposição e adoração ao Santíssimo Sacramento

18:00 hs: Santo Ofício

19:30 hs: Celebração da Palavra

Dia 26

6 hs: Meditação Mariana

Manhã: visita às famílias da comunidade

14:30 hs: Exposição e adoração ao Santíssimo Sacramento

18:00 hs: Meditação da vida de Jesus (via sacra)

19:30 hs: Celebração da Palavra

Dia 27

6 hs: Santo Terço Missionário

Manhã: visita às famílias da comunidade

14:30 hs: Exposição e adoração ao Santíssimo Sacramento

18:00 hs: Santo Ofício

19:30 hs: Show musical

No encerramento a Igreja estava lotada de fiéis com barracas de comidas e bebidas animando a noite.