Jeremoabo BA: gastos em saúde pelo município em 2017 foi de R$ 169,95 por habitante

 

 A metade dos municípios brasileiros gastaram abaixo de R$ 403,00 

 

Jeremoabo BA: gastos em saúde pelo município em 2017 foi de R$ 169,95 por habitante        

Cerca de 2.800 municípios brasileiros gastaram menos de R$ 403,37 na saúde de cada habitante durante todo o ano de 2017. Segundo a análise do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre as contas da saúde, esse foi o valor médio aplicado pelos gestores municipais com recursos próprios em Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS), declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), do Ministério da Saúde.

O levantamento mostra, por exemplo, que os municípios menores (em termos populacionais) arcam proporcionalmente com uma despesa per capita maior. Em 2017, nas cidades com menos de cinco mil habitantes, as prefeituras gastaram em média R$ 779,21 na saúde de cada cidadão – quase o dobro da média nacional identificada. Além disso, os municípios das regiões Sul e Sudeste foram os que apresentaram uma maior participação no financiamento do gasto público em saúde, consequência, principalmente, de sua maior capacidade de arrecadação.

Ranking nacional – Entre os mais altos valores per capita naquele ano, estão os das duas menores cidades do País. Com apenas 839 habitantes, Borá (SP) lidera o ranking municipal, tendo aplicado R$ 2.971,92 para cada um dos 812 munícipes. Em segundo lugar, aparece Serra da Saudade (MG), cujas despesas em ações e serviços de saúde alcançaram R$ 2.764,19 por pessoa.

Na outra ponta, entre os que tiveram menor desempenho na aplicação de recursos, estão três cidades de médio e grande porte, todas situadas no estado do Pará: Cametá (R$ 67,54), Bragança (R$ 71,21) e Ananindeua (R$ 76,83).

Entre as capitais, Campo Grande (MS) assume a primeira posição, com gasto um anual de R$ 686,56 por habitante. Em segundo e terceiro lugares aparecem São Paulo (SP) e Teresina (PI), onde a gestão local desembolsou, respectivamente, R$ 656,91 e R$ 590,71 por habitante em 2017.

Em desvantagem, estão situadas Macapá (AP), com R$ 156,67; Rio Branco (AC), com R$ 214,36; além de Salvador (BA) e Belém (PA), onde os valores ficaram próximos de R$ 245 por pessoa.

No Território Semiárido Nordeste II, a cidade de Fátima BA aparece como o município com maior valor gasto por habitante enquanto Ribeira do Pombal BA aparece como o menor com valor de R$ 129,61 por habitante. Jeremoabo BA gastou R$ 169,95 por habitante.

Os gastos em saúde 2017 por todos os municípios do Território Semiárido Nordeste II foram: Adustina R$ 224,04; Antas R$ 182,63; Banzaê R$ 235,89; Cícero Dantas R$ 178,77; Cipó R$ 209,65; Coronel João Sá R$ 209,25; Euclides da Cunha R$ 152,04; Fátima R$ 352,94; Glória R$ 222,80; Heliópolis R$ 209,64; Jeremoabo R$ 169.95; Nova Soure R$ 267,83; Novo Triunfo R$ 145,59; Paripiranga R$ 171,94; Pedro Alexandre R$ 153,77; Ribeira do Amparo R$ 228,58; Ribeira do Pombal R$ 129,61; Santa Brígida R$ 191,68; Sítio do Quinto R$ 162,29.

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