EDITORIAL: Ações policias da semana reacendem a Esperança de Paz

Quremos retomar a Esperança de que tudo pode dar certo

EDITORIAL: Ações policias da semana reacendem a Esperança de Paz

Pedro Son

Vez em quando as esperanças renascem e mantém a população num clima de que podemos ter essa crescente violência e acontecimentos criminais banidos para sempre de nosso município. Não somos o único a lamentar continuamente um estado de eventos criminosos aliados a uma impunidade infinda! É só olhar em redor. Todas as cidades sofrendo consideravelmente com este estado de coisa.

A esperança renasce quando nos deparamos com algumas ações policiais efetuadas ao longo da semana que resultou em prisões e apreensões de drogas. Parece um despertar de que todos temos que fazer alguma coisa URGENTE, URGENTÍSSIMA, ou a vaca vai para o brejo de vez.   

1ª. Ação: O jovem que vitimou o professor Edílson encontra-se preso. Confessou o bárbaro crime e comprova que matou para roubar. Foi preso lá prás bandas do Juazeiro da Bahia e teve a participação nas investigações das Polícias aqui de Jeremoabo. Bola Branca. Ponto!

2ª. Ação: A Polícia Militar prendeu três suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas na noite da segunda-feira (20) nas cidades de Jeremoabo e Pedro Alexandre- BA. A operação começou com perseguição a uma dupla de assaltantes. Corre ali, pega acolá, tiro prá lá e prá cá, até que um deles foi preso. O cabra com drogas e aí a Polícia foi fundo. De onde vem a droga? E foram parar em Malhada Nova onde prenderam mais dois elementos.

Pois é! Não esmoreceram um instante e só pararam quando estavam com os presos e drogas apreendida.

3ª. Ação: Uma ação conjunta das polícias Civil e Militar, em Jeremoabo, na segunda-feira (20), abordou 15 veículos, entre automóveis e motocicletas, dezenas de pessoas e vários estabelecimentos comerciais, especialmente aqueles que comercializam bebidas alcoólicas e postos de combustíveis. Ação conjunta de policias civis e militares.

Ações eficientes e que devem trazer um pouco de tranquilidade para uma cidade que após as 22 horas parece encontrar-se em toque de recolher, com as ruas em silêncio e muito pouca gente arriscando transitar, num misto de medo e preocupação constante.

Nós não merecemos isso! Queremos voltar ao nível de civilidade das pacatas províncias, queremos ter paz e tranquilidade e queremos, acima de tudo, que a Esperança de que tudo pode dar certo, não nos abandone!

 

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