Quinta, 03 Novembro 2011 18:22

PSD: nova força política da Bahia

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Política 
PSD emplaca 66 prefeitos e míngua ainda mais oposição

 

Com o prazo findado de filiações sem punições para o recém- -criado PSD - Partido Social Democrata, já se pode contabilizar a quantidade de prefeitos baianos que engrossaram as fileiras da legenda capitaneada no Estado pelo vice-governador e atual secretário de Infraestrutura, Otto Alencar. O partido que chegou com força na Bahia, conquistando doze deputados estaduais e seis federais, dentro de uma bancada composta por mais de 50 parlamentares na Câmara Federal, alcançou status em tamanho também com a adesão de administradores municipais.

Conforme o presidente estadual, 66 prefeitos de cidades, de diversas regiões do Estado, ingressaram na sigla, sendo o PMDB, o DEM e o PR os que mais perderam alcaides para o PSD. Consta que 24 prefeitos que adentraram na legenda eram do PMDB; 18 do DEM; 12 do PR e seis do PSDB, sendo os demais de partidos menores. Segundo Otto, em seis meses, o partido se ramificou por 405 municípios. A presença da agremiação em vários territórios ocorreu de forma rápida, superando o histórico de legendas que levam anos para obter o mesmo alcance.

Na Bahia, nas últimas eleições municipais, o PT e o PMDB eram os que mais tinham participação nos municípios, com grande número de filiados. O PSD arrastou prefeitos de cidades de todos os portes e conquistou políticos do interior com históricos diferenciados. Alguns deles, em dado momento do passado, compuseram o carlismo, a exemplo da prefeita de Barreiras, Jusmari Oliveira, que estava no PR, mas que já havia pertencido ao antigo PFL.

Além dela podem ser citados entre os de cidades de médio porte que seguiram para o novo ninho, o prefeito de Simões Filho, Eduardo Alencar, irmão do vice-governador; de Ribeira do Pombal, José Lourenço, mais conhecido como Zé Grilo, que deixou o ninho peemedebista; de Itamaruju (Extremo Sul), Manoel Pedro Soares, que pertencia ao PHS; de Jeremoabo, João Batista, ex-DEM; Euclides da Cunha, Fátima Nunes, ex-DEM, entre outros

Otto atribui a ida de muitos prefeitos para a legenda à “insatisfação” com o comando de seus partidos e à vinculação com as lideranças do PSD e deputados estaduais e federais que, ao mudarem, conseguiram carregar suas bases junto. “Eles não foram obrigados a vir. Vieram pela ligação que tinham conosco”, disse. Sua longa trajetória na política, com extensa rede de contatos no interior teriam também influenciado.

 “Nenhum partido começou tão forte e o que é bom é o clima de unidade que tem existido dentro do grupo. Isso é um bom presságio para as eleições”, frisou.  E por falar em sucessão municipal, a sigla terá 168 candidatos a prefeitos. Segundo ele, onde não houver candidaturas, o PSD irá apoiar postulantes de partidos da base de sustentação ao governo.

 “Dentro do possível, eu, como presidente, vou fazer esforço para buscar o consenso para que os partidos possam caminhar na aliança, que é o melhor caminho para a vitória”, afirmou.

 Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=97478 (noticia completa)

 

 

Ler 253 vezes Última modificação em Terça, 08 Novembro 2011 22:09

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